Política de aplicação financeira
Desenho da política formal: limites por instrumento, banco e prazo; perfil de liquidez exigido por bucket de caixa; benchmark de retorno por bucket.
Aplicação técnica dos excedentes de caixa da empresa, com política formal de alocação, benchmark de retorno e independência da contraparte bancária. Tesouraria que decide com a mesma disciplina que a operação financeira exige.
Em mid-market, o caixa excedente costuma seguir o caminho de menor atrito: aplicação no CDB do banco-relacionamento, sem benchmark de retorno, sem política de prazo, sem segregação por finalidade. O custo dessa inércia raramente aparece na DRE, mas está lá, na forma de receita financeira abaixo do que seria razoável para o nível de risco assumido.
Atuamos no desenho da política de aplicação financeira da empresa, na alocação tática conforme cenário de juros e na gestão recorrente da carteira, separando claramente o caixa operacional, o de reserva estratégica e o de horizonte mais longo. Trabalhamos pela empresa, não pelo banco que custodia ou distribui o produto.
Desenho da política formal: limites por instrumento, banco e prazo; perfil de liquidez exigido por bucket de caixa; benchmark de retorno por bucket.
Separação técnica entre caixa operacional (D+0 a D+30), reserva estratégica (D+30 a D+180) e horizonte longo. Cada bucket com critério de alocação próprio.
Decisão sobre prefixado × pós-fixado × IPCA conforme cenário de curva, com revisão periódica. CDB, LCA/LCI, debênture, fundos DI/multimercado, análise por instrumento.
Avaliação de risco de crédito por emissor, exposição máxima por banco, diversificação técnica de carteira. FGC e cobertura formal de garantias.
Comparação periódica de retorno × CDI / IPCA / curva real. Reporte técnico para diretoria e conselho com atribuição de performance e custo de oportunidade.
Integração com fluxo de caixa projetado, calendário de capex e covenants de dívida, para que a aplicação não conflite com necessidade operacional ou contratual.
Não somos remunerados por fundo, banco ou plataforma de distribuição. A análise é técnica e a recomendação é fundamentada em retorno esperado, risco de contraparte e adequação ao perfil de liquidez exigido, não em comissão de produto.
Em engajamento contínuo, mantemos a operação ativa: ajustes da posição conforme curva de juros, revisão de limites quando o cenário muda e reporte técnico recorrente para o conselho ou comitê financeiro.
A porta de entrada típica é o Diagnóstico Financeiro Express com foco em tesouraria, performance histórica vs. CDI, concentração de contraparte, adequação de prazo ao fluxo de caixa projetado. A partir dele, decide-se se o próximo passo é desenhar política formal ou ajustes táticos.
Briefing 60min com foco em tesouraria · análise técnica · devolutiva direta com recomendações sequenciadas.
Conhecer o Diagnóstico Express →Política de aplicação financeira formal e acompanhamento recorrente são dimensionados caso a caso. Investimento sob consulta.