Diagnóstico técnico, plano de equacionamento e execução de turnaround — com a profundidade analítica e a discrição que momentos de crise exigem.
Empresas em estresse de caixa raramente quebram pelo problema original — quebram por reações em cascata: pagamentos atrasados sem prioridade técnica, captações emergenciais que aprofundam a alavancagem, decisões operacionais inconsistentes com o estado da dívida.
O papel do consultor financeiro nesse momento é restaurar disciplina: separar sintoma de causa, sequenciar decisões, e construir um plano executável que tenha credibilidade técnica perante credores e stakeholders.
Leitura do estado real da empresa: caixa, dívida, contratos críticos, contingências e operação. Sem maquiagem.
Identificação técnica do que originou a crise — operacional, estrutural, setorial ou financeira. Sem isso, qualquer plano falha.
Arquitetura financeira para sair da crise: gestão de caixa, repactuação de dívida, ajustes operacionais sequenciados.
Acompanhamento da execução com comitês frequentes, KPIs de turnaround e interlocução com credores e conselho.
Reestruturações envolvem informação societária, contratual e estratégica que, exposta no momento errado, pode acelerar a própria crise. Toda a interlocução é tratada com a discrição que esse tipo de engajamento exige — incluindo a forma como o nosso envolvimento é (ou não) comunicado externamente.