Serviço 03

Reestruturação Financeira

Diagnóstico técnico, plano de equacionamento e execução de turnaround — com a profundidade analítica e a discrição que momentos de crise exigem.

Princípio

A primeira reação errada custa mais do que a crise em si.

Empresas em estresse de caixa raramente quebram pelo problema original — quebram por reações em cascata: pagamentos atrasados sem prioridade técnica, captações emergenciais que aprofundam a alavancagem, decisões operacionais inconsistentes com o estado da dívida.

O papel do consultor financeiro nesse momento é restaurar disciplina: separar sintoma de causa, sequenciar decisões, e construir um plano executável que tenha credibilidade técnica perante credores e stakeholders.

Etapas

Como conduzimos uma reestruturação.

1

Diagnóstico técnico

Leitura do estado real da empresa: caixa, dívida, contratos críticos, contingências e operação. Sem maquiagem.

2

Causa-raiz

Identificação técnica do que originou a crise — operacional, estrutural, setorial ou financeira. Sem isso, qualquer plano falha.

3

Plano de equacionamento

Arquitetura financeira para sair da crise: gestão de caixa, repactuação de dívida, ajustes operacionais sequenciados.

4

Execução com governança

Acompanhamento da execução com comitês frequentes, KPIs de turnaround e interlocução com credores e conselho.

Frentes técnicas cobertas

O que entra no escopo de uma reestruturação típica.

Discrição

Esses processos são confidenciais por natureza.

Reestruturações envolvem informação societária, contratual e estratégica que, exposta no momento errado, pode acelerar a própria crise. Toda a interlocução é tratada com a discrição que esse tipo de engajamento exige — incluindo a forma como o nosso envolvimento é (ou não) comunicado externamente.

Quanto antes a leitura técnica chega, mais opções permanecem na mesa.

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